quinta-feira, 30 de março de 2017

GENTE BESTIAL

HOJE O BLOGUE É SÓ ISTO.

NO DIA  DE ABRIL (E É VERDADE!) VEM A MOURA GENTE BESTIAL.

VIGEM SUTA NA FEIRA DO LIVRO.

quarta-feira, 29 de março de 2017

CENTRO DE ACOLHIMENTO A MICROEMPRESAS DE MOURA - LOTAÇÃO ESGOTADA


CAMM tem ocupados todos os espaços de oficina

Um novo contrato para a instalação de uma empresa no Centro de Acolhimento a Microempresas de Moura (CAMM) foi assinado na segunda-feira, 27.
Com esta instalação, os seis espaços de oficina que o CAMM disponibiliza encontram-se ocupados.
Gerido e dinamizado pela Câmara Municipal de Moura e pela empresa municipal Lógica, o CAMM, infraestrutura de acolhimento e incubação de empresas, apoia a instalação de empresas sediadas no concelho.
No CAMM existem disponíveis neste momento espaços para instalação de escritórios. As instalações para as novas empresas efetuam-se a custo zero, uma medida de apoio e incentivo ao tecido empresarial.

O CAMM estará presente na VII Feira Empresarial, na próxima Feira de Maio, que decorre de 11 a 14 desse mês, promovendo as empresas instaladas e os espaços disponíveis.
Mais informações podem ser obtidas no sítio web da Lógica, em www.logica- em.com/camm/.


Oficina 1 - IDEIA LIMPA
Oficina 2 - DECO'CLOCK
Oficina 3 - DISTINTA PROPORÇÃO
Oficina 4 - NEWCAR
Oficina 5 - MAGANA
Oficina 6 - MAGANA


AD AUGUSTA PER ANGUSTA

terça-feira, 28 de março de 2017

E AMANHÃ A REUNIÃO DE CÂMARA É NA FEIRA DO LIVRO...

E amanhã a reunião de câmara é na Feira do Livro, às 17 horas. É esta a forma de nos associarmos ao evento. Com responsabilidades acrescidas. Os membros da vereação foram desafiados a lerem dois curtos textos. Promover o livro e a leitura é uma responsabilidade coletiva. Os eleitos nos órgãos autárquicos não podem passar ao lado dessa responsabilidade.    



Tela do pintor holandês Johannes Jelgerhuis (1770-1836), pintada em 1820. Intitula-se De winkel van boekhandelaar Pieter Meijer Warnars op de Vijgendam te Amsterdam. Ou seja, A loja do livreiro Pieter Meijer Warnars em Vijgendam Amesterdão.

BORA LÁ, IRÃO!

Nunca fui ao Irão, nem tenho amigos iranianos.
Mas hoje torci pelo Irão. O Irão ganhou à China 1-0. E está mais perto da qualificação.
Então porquê Bora lá, Irão? É que o meu primo Sebastião Mendes Macias (o de verde no jornal) integra a equipa técnica de Carlos Queiroz.
Sou faccioso, não sou? Às vezes, sou.

segunda-feira, 27 de março de 2017

QUAL A MOURA QUE QUEREMOS? - Nº 7

Qual a Moura que queremos, volto a perguntar?

Foi uma obra complicada e longa, a da renovação do Matadouro. A segunda fase terá de avançar no próximo mandato autárquico.

A pergunta que lancei há algum tempo, e que repito constantemente, foi: que Moura queremos? estamos dispostos a investir tempo e dinheiro numa outra imagem de cidade? Repito o que há semanas escrevi algures: governar implica determinação, a procura de soluções e coragem. Não se anda ao sabor das marés nem ao jeito do vento que sopra. O tempo dirá quem tem razão. E o tempo, também, separará o trigo do joio. O que se tem tentado fazer implica conhecimento e não apenas opiniões. É tão simples quanto isso.

Este processo foi tudo menos fácil. Por muitas razões. Em 2015 resolvemos avançar com uma primeira exposição, como forma de começar a dar vida aquele espaço. Aposta ganha. Houve exposição (Água - património de Moura), houve duas sessões do Fórum 21, houve três exposições temporárias, houve recentemente uma reunião de câmara. Há vontade e há conhecimento.

A intervenção museológica no Matadouro recebeu duas importantes distinções:

Prémio na categoria Melhor exposição (menção honrosa), atribuído pela Associação Portuguesa de Museologia
Prémio Mais Património, da revista "Mais Alentejo"

Custo da intervenção no Matadouro (espaços exteriores e edifício - 1.537.284,54 €
Financiamento FEDER - 1.095.849,36  (73,24 %)
Financiamento Câmara Municipal de Moura - 411.435,18  (26,76 %)

Esta zona estava melhor assim?


Ou será que ficou melhor assim:


Com diploma e tudo (arqueologia e museus LOL):

domingo, 26 de março de 2017

LUX ET UMBRA

Light
Light, my light, the world-filling light,
the eye-kissing light,
heart-sweetening light!

Ah, the light dances, my darling, at the center of my life;
the light strikes, my darling, the chords of my love;
the sky opens, the wind runs wild, laughter passes over the earth.

The butterflies spread their sails on the sea of light.
Lilies and jasmines surge up on the crest of the waves of light.

The light is shattered into gold on every cloud, my darling,
and it scatters gems in profusion.

Mirth spreads from leaf to leaf, my darling,
and gladness without measure.
The heaven’s river has drowned its banks
and the flood of joy is abroad.
Rabindranath Tagore (1861-1941)
O teto do DALLAS BAR, hoje (0:45) em Moura. A luz era azulada,
mas vi-a mais nestes tons.

STARDUST MEMORIES Nº 8: JUNTO AO MARCO 1047

Há muito tempo não parava naquele sítio. Contudo, durante anos a fio (1972/1981) aquela paisagem foi-me mais que familiar. Vinha-se do Rosal de la Frontera, mas não se seguia em frente. Subia-se uma suave rampa à direita e o carro parava debaixo de um alpendre. Até ao 25 de abril havia agentes da DGS e funcionários da alfândega. Os carros eram sempre revistados (um esporádico "contrabando chique" de brandy Fundador, de perfume Maderas de Oriente, de horrendos pratos DURALEX e de varinhas mágicas TAURUS eram o prato forte dos mourenses de então), os passaportes carimbados, numa espera de geometria variável e indefinível. Esse tempo já lá vai.

O edifício está ao abandono, os anexos com ar sombrio. O padrão da lusitanidade, obra do Estado Novo, jaz, sem graça, do outro lado da estrada.

O marco 1047 continua a dizer onde os países começam e terminam.


sábado, 25 de março de 2017

LUX SPLENDIDA

Tão esplêndida é a luz como as memórias deixadas por José Francisco Coelho. Eis a "composição luminosa" concebida por Vítor Vajão para o monumento em honra do maestro.

Insisto neste ponto, desde há muito: não há futuro sem a dignificação do passado. Não há terra que perviva sem o pulsar da sua alma. Não há orgulho sem reabilitação urbana, sem a recuperação de edifícios e de espaços públicos.

Seguir em frente requer vontade, conhecimento e trabalho. Uns têm, outros não. É tão simples quanto isso...

quinta-feira, 23 de março de 2017

FEIRA DO LIVRO EM MOURA - EDIÇÃO 37

Começou hoje à tarde a 37ª Feira do Livro. Quando a gigantesca nave do pavilhão do Parque Municipal de Feiras e Exposições se torna local de festa e de cultura.


Programa em https://www.facebook.com/1850124615213222/photos/a.1850124661879884.1073741826.1850124615213222/2222610084631338/?type=3&theater

CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA APOIA EXPANSÃO DA MFS


REUNIÃO NA CCDRA

A Câmara Municipal de Moura está a apoiar os esforços de expansão da MFS, a fábrica de montagem de painéis solares concessionada pela Acciona à ProJinko e instalada na cidade de Moura.
A Moura Fábrica Solar (MFS) pretende ampliar as suas instalações fabris em Moura e aumentar o número de postos de trabalho. A empresa emprega atualmente 105 trabalhadores.
Neste âmbito, o Presidente da Câmara Municipal de Moura, Santiago Macias, e uma delegação de três responsáveis da ProJinko participaram, no dia 17, em Évora, de uma reunião com o Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Roberto Grilo. Entre os dirigentes da Projinko presentes figuravam o diretor-geral cessante, Taopu Cai, e o novo diretor-geral, Chew Kong Tham.
O objetivo foi “obter junto da CCDRA informações sobre o apoio à expansão da MFS”. Tal apoio relaciona-se com “o financiamento, reembolsável ou não, de fundos comunitários, por parte do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) 2014-2020”.
A reunião decorreu num “ambiente de grande abertura e cordialidade”.
O papel da Câmara Municipal de Moura, envolvida e empenhada como sempre esteve neste processo, tem sido o de facilitador – apoiar e procurar soluções que contribuam para a criação de emprego, para a instalação de empresas, para o desenvolvimento económico e social e para a melhoria das condições de vida da população do concelho.   
Recorde-se que a MFS foi implantada em Moura no contexto do projeto de energias renováveis dinamizado pela Câmara Municipal de Moura a partir de 2001 e com a criação da Amper, no ano seguinte. A fábrica MFS arrancou em 2008 e, posteriormente, foi concessionada pela multinacional espanhola Acciona à empresa chinesa ProJinko.

A MFS e a Central Solar Fotovoltaica de Amareleja garantem, até 2018, pelo menos, 115 postos de trabalho no concelho de Moura.

(nota do GABINETE DE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES PÚBLICAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA)

Da esquerda para a direita: Chew Kong Tham, o autor do blogue, Roberto Grilo (presidente da CCDRA), Taopu Cai e Sónia Paias.